
Autoria do poema:William Butler Yeats (1865-1939)
Imagem gráfica: Ivam RibeiroOh, doces e perenes Vozes, permaneçam;
Vão até aos guardiões das hostes celestiais.
E os ordene que vagueem obedecendo à Tua vontade,
Chamas sob chamas, até o Tempo deixar de existir;
Não tem você ouvido que nossos corações estão cansados,
Que você tem chamado por eles nos pássaros, no vento sobre as colinas,
Em balançantes gallhos nas árvores,nas marés pela beira-mar?
Oh, doces e perenes Vozes, permaneçam.
Tradução: Izabella Drumond

Huhu! Amei!
ResponderExcluir* Quero gastar é 200 anos em devassidão regada a devassa! Oxente! Hahahahaaaahah
Beijos! I love you bichinha!
Excelente!
ResponderExcluir;)
Esta é uma daquelas postagens que não dá trabalho a comentar: belíssima. Do outro Mundo. Delirante; e ainda que não pareça, algo realista.
ResponderExcluirParabéns.
Viu? Não falta temática para bons posts célticos! ;)
ResponderExcluirP. S. Já chegaram minhas prendinhas, bruxinha do meu coração. Muito obrigado, adorei! :)
Já tenho modem novo, mas ainda não ligaram essa porra lá no servidor... País alentejano, foda-se, tudo é a passo de caracol!
Mas adoro você.
Beijinho.